sábado, 19 de setembro de 2015

Entrevista com Amanda Ághata Costa

É com uma alegria imensa que volto a anunciar a vocês mais uma parceria do Querida
Agora com a autora de "A Escolhida": Amanda Ághata Costa.


SINOPSE: Em uma cidade repleta de pessoas desconhecidas, Ari poderia ser apenas mais uma garota dispersa na multidão, como tantas outras que foram abandonadas pelos pais desde a infância. Devido à sua aparente doçura e beleza, ninguém seria capaz de supor que, além de um anjo, ela também é um demônio com sede de poder. Os espertos deveriam manter-se distantes, mas há olhares que não deixam de admirá-la. Egran não desperdiçaria a chance de apoderar-se de habilidades tão interessantes: ela é a escolha perfeita. Entretanto, nem todos se sentem realizados. O círculo seria um refúgio ideal para os demais feiticeiros, se o próprio líder não os tratasse como marionetes descartáveis. Movidos pelo medo e controlados pelo mestre, os componentes do grupo obedecem, sem pestanejar, às ordens recebidas. Ao se ver arrastada para lá, Ari se encontra diante de situações improváveis, arriscando-se a expor mais do que gostaria. Para ela, sentir é algo que sempre esteve fora de seus limites. Não poderia vivenciar qualquer forma de emoção, esta era a promessa. Até que Luke surge em seu caminho e abala as estruturas congeladas, derretendo-as e modelando novos conceitos. O amor realmente fará brotar a alegria? Ou irá arrastá-la diretamente para a morte? O passado obscuro de Ari será o suficiente para fazê-la estilhaçar de uma vez por todas, não restando oportunidades para uma nova tentativa de se isolar do mundo.




- Nos fale sobre você.

 Não há muito o que possa ser dito sobre mim, além do que muitos já sabem. Meu nome é Amanda Ághata Costa, tenho 21 anos e além de escritora, sou formada em Pedagogia e atuo na área há quase quatro anos. Moro ainda com meus pais, no interior de Santa Catarina. Quero conquistar as pessoas com o que escrevo, e é sempre incrível poder compartilhar o que eu sinto com todos vocês.

-  Quando e como você se interessou por leitura?

 Me interessei pela leitura ainda quando criança, lendo contos de fadas e vários livros infantis. Depois na fase da adolescência eu comecei a ler outros autores, entre alguns clássicos, e quando comecei a trabalhar e ter condições de comprar meus próprios livros, nunca mais parei de ler.

-  Qual é o seu livro favorito e por quê?

Sempre costumo citar os mesmos autores e respectivos livros, porque são os que eu costumo lembrar primeiro. Mas se tem um livro que me marcou muito, foi A Lista Negra, da autora Jennifer Brown. Eu gosto de livros que tratem de temas complicados, porque mesmo que estejamos tentando fugir da realidade quando nos aventuramos em uma nova história, é  importante amadurecer ideias através do ponto de vista de outra pessoa. O bullying, entre eles, é um tema muito recorrente na nossa realidade e que merece um olhar mais cauteloso. Eu recomendo esse livro pra qualquer leitor, pois serve como um aviso de que as atitudes dos outros (muitas vezes impensadas) podem acabar refletindo gravemente nas vítimas.

- Algum autor ou alguém te inspirou a começar a escrever?

 Todos os autores que já li até hoje, me inspiraram a escrever, porque me mostraram o caminho da literatura e o que conquistamos através dela. Todo conhecimento adquirido através dos livros serviu como inspiração, tanto para eu identificar o que eu gostaria de tratar nos meus livros, como eu conseguiria atingir o meu público através do que tenho a dizer.

- De onde surgiu a ideia para a história do seu livro?

A ideia para escrever o meu livro foi bem repentina, não foi nada planejado durante anos. Assim que comecei a escrever, demorei para finalizar a história por motivos pessoais, que me levaram a desistir da escrita do mesmo. Do contrário, teria sido escrito com bastante rapidez. Gosto bastante de histórias de anjos, da mistura de seres sobrenaturais, que nos forçam a enxergar o mundo de um jeito diferente do que ele é, como ele poderia ser. E mais do que isso, gosto de expor os limites do ser humano, analisar nossas potencialidades  e ver os lados bons e ruins de toda criatura. A Ari veio para derrubar os estereótipos de que todos tem que ser apenas bons, ou apenas ruins. 

- Os personagens são, de alguma forma, baseados em pessoas reais?

Todos os meus personagens tem alguma característica real, de pessoas do meu convívio. Acho que isso acaba tornando os personagens ainda mais reais. Os leitores geralmente gostam dessa aproximação da realidade com a fantasia.

- Como você criou o título da obra?

O título da obra foi a primeira decisão que eu fiz, apesar de não ter um toque totalmente único. Obviamente não posso contar o porque dessa escolha, pois terão que ler até o final da série para descobrir. Ele reúne tudo o que quis passar na história, de uma maneira muito simples e direta.

- Qual foi o seu maior desafio durante a escrita da obra?

O meu maior desafio durante a escrita foi no início do livro, quando apresento o novo universo ao leitor, de modo que ele entenda tudo o que a Ari está passando, mesmo sem ela mesmo saber o que ainda acontece ao seu redor. Esse foi um grande ponto que teve que ser trabalhado com maior precaução, para que não ficassem mais pontas soltas do que o necessário. Quis que esse mistério sobre a vida da protagonista fosse desvendado aos poucos, conforme a própria Ari fosse descobrindo esses enigmas. É um diferencial que faz com que o leitor entre de vez na história.

- A sua obra terá continuação? Se não, você pretende escrever outro livro?

O livro terá continuação, sim. É uma série de 3 volumes principais e um livro bônus. Pretendemos (eu e a Editora Arwen, minha casa editorial) estar com ela finalizada até ano que vem. Vamos torcer para que aconteça! Depois de finalizada, já estou com um novo romance prestes a ser escrito. 

- Um trecho ou frase favorito.

Eu não poderia finalizar essa entrevista sem citar um trecho do início do meu livro. Espero que gostem de conhecer a Ari, e que ela desperte em vocês os melhores sentimentos!


"Ela não percebe que o mundo, na realidade, é uma porção de crueldade infinita e que todos estão dispostos a aplaudir mais os fracassos do que as vitórias dos demais. Nós somos os próprios vilões das histórias que criamos."


Quero agradecer mais uma vez a Amanda por ter aceitado a parceria.

Confesso que estou muito animada para começar a leitura.

O que vocês acharam da entrevista? Alguém já leu a obra?

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