segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Do livro ao filme: Cidades de Papel


O segundo livro que li do autor John Green foi Cidades de Papel e para ser sincera não tinha nenhuma expectativa quando comecei, devo confessar que foi ótimo, pois teria superado qualquer uma que tivesse existido antes.

Em um pequeno resumo, a história trata de Quentin (também chamado de Q) que tem uma paixão platônica por Margo, sua vizinha e amiga de infância, mas é claro que o tempo passa e muitas coisas mudam como a amizade deles além da própria garota que se tornou um grande mistério para todos depois de tantas viagens que fez e sempre faz para diversos lugares, até o dia em que incluiu o velho amigo em um dos seus planos, então a vida de Quentin também mudou.

Agora em junho o livro ganhou a adaptação cinematográfica que tem divido muitas opiniões especialmente comparando a obra literária ao filme. Uma coisa que aprendi ao longo do tempo é a não levar tão a sério essa comparação se não acabo saindo desapontada quase sempre da sala do cinema.

Cidades de Papel é um livro/filme que fala principalmente sobre amizade e as muitas faces dela, na minha opinião. Claro, além do dilema de praticamente todos os jovens que estão concluindo o ensino médio: como será daqui pra frente? O que vou fazer na faculdade? Será que tudo vai dar certo? Essa é a coisa certa a se fazer? Dentre inúmeras perguntas semelhantes que rondam a mente nessa época (e depois dela também hehe).

Dentro dos quesitos que citei acima o filme foi incrível, relatou muito bem a amizade entre Q, Ben e Radar que foi algo que amei na leitura, pois foi um sentimento facilmente plausível, mesmo com todos os acontecimentos da história os três estavam juntos, se apoiando e o diretor soube explorar muito bem isso, a maioria das cenas do livro estavam presentes e as que foram acrescentadas só deram mais destaque a esse trio.

Acredito que a essência da história não foi perdida mesmo com várias modificações que aconteceram especialmente em relação a Quentin e Margo.

Super recomendo, tanto o livro como o filme, para refletir e se divertir.

http://blogquerida.blogspot.com.br/2015/03/resenha-cidades-de-papel-john-green.html

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